sexta-feira, 11 de abril de 2014

Amor Clandestino

“Amor clandestino”


Com você me encontrar
À meia noite, sob o luar
Toda de branco a flutuar
Calcinha, camisola e penhoar
O tecido diáfano a esvoaçar
E só de imaginar
Em te abraçar
Tocar
Beijar
Sinto-me toda arrepiar
Escondido te namorar
Na Ravina ou próximo ao mar
Sem para ninguém revelar
Que estou a te amar
Em seus braços me entregar
Ao delírio de me apaixonar
Deixar-me abraçar
E em seu colo sentar
De frente para você me encaixar
Suas mãos a me acariciar
Meus lábios os seus encontrar
Suas costas de leve arranhar
Seu lóbulo morder e sugar
Enquanto me possui com vagar
Neste vai e vem milenar
E enfim com você delirar

Anita

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